“Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” é o tema da redação
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http://inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/-caminhos-para-combater-a-intolerancia-religiosa-no-brasil-e-o-tema-da-redacao-do-enem-2016/21206
Prazo final de entrega: segunda-feira dia 03 de abril de 2021
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ResponderExcluirA Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se o contrário, uma vez que a discriminação religiosa faz-se presente de forma cruel. Nesse sentido, percebe-se como causas da insuficiência legislativa e a impunidade.
ResponderExcluirPrimeiramente, é preciso atentar para insuficiência legislativa presente nesse quesito. De acordo com Locke, "as leis fizeram-se para os homens e não para as leis". Ou seja, ao ser criada uma lei, deve ser aplicada para melhorar a vida das pessoas. Porém, não tem sido o bastante, já que pregar discursos de ódio por motivo de crença é crime - Art. 208 -, tirando a oportunidade de indivíduos de se incluir na sociedade sem sofrer agressões, seguindo sem uma solução para esse problema.
Ademais, outra dificuldade enfrentada é a questão da impunidade. Nessa perspectiva, a máxima de Martin Luther King de que "a injustiça num lugar qualquer é uma ameaça a justiça em todo lugar" cabe perfeitamente. Desse modo, tem-se como consequência a falta de uma laicidade, persistindo a prevalência do sentimento de intolerância coletiva, no que tange ao preconceito religioso no Brasil, influenciado na consolidação desse impasse.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar essa situação. Para isso, o Ministério da Justiça juntamente com o Ministério da Saúde, realizem ações de punição e de atendimento psicológico aos agressores e as vítimas. Por meio de postos de saúde com acompanhamento profissional, e aquele por meio da agilização de processos abertos, a fim de garantir que esses acontecimentos de impunidade sejam modificados. Dessa forma, a máxima de Luther King se tornará menos aplicável a realidade brasileira do século 21.
A base história brasileira pode explicar muitos dos conflitos e motivos da intolerância religiosa no país em pleno século XXI. Desde o período colonial onde aconteceu a catequização dos nativos, que o cristianismo -cultura europeia- foi imposto como religião "certa" e com base nesse valores etnocentricos gerou preconceito com religiões distintas.
ResponderExcluirO Brasil pode ser considerado um país bem tanto pouco "violento" diante a intolerância comparado a outros países,tais permitem a perseguição contra os cristãos. Mesmo com revoluções culturais contamos ainda com uma lenta mudança na mentalidade social, acarretando um mal desenvolvimento de projetos internos ou externos sobre a intolerância.
A sociologia estudo os fenômenos sociais com seus próprios métodos, diante do fato exposto, é necessário conhecer as bases histórias e ter nossos próprios métodos para termos sucesso no combate a ignorância religiosa.
Portanto "não há nada como a forçar do Estado para garantir a liberdade dos seus membros" disse Rousseau. Em conjunto com a secretária de educação o Estado deveria incluir na base curricular a obrigação do estudo da diversidade religiosa afim de causar reflexões e debates, com intuito de ampliar a mentalidade social.
Sabemos que o processo de miscigenação de raças do passado do nosso país ocasionou uma diversidade grande na cultura atual do nosso país. Apesar desse fator, não podemos fechar os olhos em relação à intolerância que é muito presente na nossa sociedade. Dentre essas intolerâncias, podemos citar a intolerância religiosa. Uma pesquisa mostra que, isso não é uma coisa difícil de se encontrar, e que as pessoas que mais sofrem com esse preconceito são as pessoas da cultura afro. Não é novidade alguma que nós temos direitos bases na sociedade, e um deles é a liberdade de expressão e respeito. Existe a penalidade para a intolerância religiosa, mas mesmo assim muitas vezes as pessoas não exitam de praticar esse ato nada legal. As vezes o termo “liberdade de expressão” mascara a intolerância religiosa, o que é lamentável, pois criticar uma pessoa por sua religião não é liberdade de expressão. A falta de penalidade severa para esse ato de preconceito ocasiona a continuidade de tal, pois as pessoas não vão exitar a pratica de tal, sabendo que não tem uma punição adequada. A criação de leis mais severas ajudaria bastante as vítimas desse preconceito, propondo uma pena maior ou uma multa. Em relação as vítimas, a ajuda psicológica seria muito importante, acompanhamento psicológico é importante para todos. Nunca devemos esquecer que todos nós somos libertos a acreditar no que quiser, e ninguém tem direito de criticar o outro por sua religião.
ResponderExcluirAnderson Felipe 3A LOG
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ResponderExcluirA República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como parâmetro a liberdade de crença. Portanto, não é procedente que a intolerância religiosa ainda represente uma problemática na sociedade, já que vai de encontro aos princípios da Constituição de 1988. Por isso, é fundamental evidenciar a herança histórica e a dificuldade de aceitação de outras religiões como as causas dessa intolerância no Brasil.
ResponderExcluirEm primeiro plano, é notório o enraizamento do preconceito na mente dos brasileiros, posto que, com o descobrimento do Brasil, os indígenas foram submetidos à catequese - ação promovida pelos jesuítas a fim de uma expansão os domínios da Igreja Católica a novas terras com o intuito de conseguir mais fiéis - e com a vinda dos escravos ao Brasil, a intolerância transcendeu e eles foram proibidos de praticarem as suas religiões.
Além disso, o período da inquisição, um dos maiores movimentos de repressão, foi outro fator histórico marcado pela intolerância religiosa, pois muitos indivíduos foram condenados à fogueira por rejeitarem a religião imposta pela igreja católica. Este fato de caráter violento e repressivo influenciou a contemporaneidade à não exercer o princípio fundamental da convivência: o respeito.
Diante dos fatos supracitados, urge a necessidade da Secretária de Educação desenvolver debates relacionados à diversidade religiosa na escola, a fim de conscientizar uma parcela da população. Ademais, cabe ao Poder Legislativo desenvolver leis mais específicas para crimes hediondos - verbalizados ou físicos - de cunho intolerante à religião. Outrossim, torna-se imperativo que a mídia propague e elucide a importância do respeito à crença do próximo. Deste modo, será possível ver a justiça e a "Ordem e Progresso" fazendo jus ao lema positivista na bandeira nacional.
Na Constituição da República Federativa de 1988 garante que o povo brasileiro tenha liberdade religiosa, entretanto com os casos frequentes de intolerância é possível provar que não são todos os brasileiros que usufruem desse direitos
ResponderExcluirEm primeira análise encontra-se contexto histórico, nosso Brasil colonial aonde povos foram sequestrados e escravizados e consequentemente catequizados e proibidos de praticar em suas religiões E isso tem causado um grande impacto na sociedade atual já que religiões de matrizes africanas tiveram suas histórias ressignificadas.
Vale ressaltar que esses preconceitos foram enraizados e passados de geração em geração ensinando a sociedade a crescer sendo intolerante desde tão cedo, muitas vezes incentivados pela mídia, ou até pela família que não educa esses indivíduos fazendo com que eles contribuíram com essa estatística intolerante.
Portanto como o papel da educação está sob responsabilidade da família e da escola o mais coerente seria organizar palestras escolares tendo o ensinamento de respeitar as diversidades religiosas obtendo essa quebra de estereótipos, e que governante de cada cidade organizem eventos aonde pessoas podem apresentar suas religiões e as formas que elas realmente são.
Segundo livros da história brasileira, os primeiros indícios da religião no Brasil é marcada pela chegada de Portugal com líderes jesuítas que buscavam catequizar os índios tornando-se assim, cristãos.
ResponderExcluirContudo, os povos que aqui viviam possuíam sua religião, costumes e cultura diferentes, de acordo com seu povo. A discriminação de cunho religioso vem desde a colonização, quando os primeiros povos tentavam impor uma única religião e tratava qualquer outra como impura ou errada. Com a evolução e o crescimento social e cultural da população deveríamos nos encontrar agora num Brasil livre de preconceito religioso, devido a variedade cultural que apresentamos devido a grande quantidade de povos os quais fomos colonizados. Entretando o estigma social relacionado a religião vem se tornando grande barreira que não nos permite crescer em sociedade nem no individual. E o que as autoridades precisam fazer para combater essa discriminação é primeiramente dar o exemplo e tornar ainda mais rigoroso a repreensão para aqueles que praticam tal ato, o Brasil como nação livre precisa fornecer a sua população liberdade religiosa.
É fato que todas as pessoas tem o direito de liberdade de crença, porém nem sempre essa liberdade de crença é respeitada e as pessoas passam a sofrer discriminação.
ResponderExcluirDesde os tempos antigos as pessoas não respeitam as religiões das outras, que passam a ser vistas como “pecadores” ou “bruxos” como ocorreu na Idade Média com a famosa caças ás bruxas, onde pessoas vistas como bruxos pela igreja católica eram sentenciadas á morte pelo simples fato de irem contra os princípios dos católicos.
Nos tempos atuais não é diferente, pessoas de religiões diferentes discriminam umas ás outras pelo fato de não compartilharem do mesmo principio religioso, agem como se esquecessem que cada um tem sua liberdade de crença para crer no que quiserem ou não crer em nada.
Algumas escolas possuem a matéria “religião” para as crianças do fundamental mas em sua maioria só ensinam o Cristianismo. Uma forma de combater essa discriminação seria aplicar essa matéria como obrigatória em todas as escolas e mudar o tipo de ensino de apenas Cristianismo para uma base das principais religiões do país, e ensinar a como respeitar cada uma delas, pois o que está faltando na sociedade acima de tudo é o respeito.
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ResponderExcluirNós vivemos em um País , onde existe liberdade religiosa , este direito e garantido em nossas leis , pois somos um Estado Laico .
ResponderExcluirO que acontece algumas vezes ,são casos de intolerância religiosa , devido à fanatismos , e a ignorância , que levam pessoas a tentar impor sua religião às outras .
Caberia às autoridades policiais , combates e punir , os intolerantes , cumprindo às leis de nossa constituição ,que apoiam os estatutos dos direitos humanos , fiscalizando as ações de impunidade .
No Brasil encontramos uma união de povos , que não existem em outras partes do mundo .
Se você visitar o Brás em São Paulo ou o Saara no RIO de Janeiro ,ou a BAHIA , verá árabes. , judeus , católicos e mussulmanos , umbandistas , convivendo pacificamente , o que não acontece em seus países de origem .
As escolas possuem um grande papel no esclarecimento das divercidades religiosas e em possíveis conflitos , proporcionando à comunhão e à integração dos membros religiosos , trabalhando para o bem comum.
Um ensino religioso abrangente , que leve os alunos a conhecer a rica diversidade religiosa do Brasil , seria um dos primeiros passos , para que as pessoas respeitem e combatam a intolerância religiosa , aceitando a convivência , nos mesmos espaços sociais .
O mundo de hoje precisa de união , solidariedade e ecumenismo e as religiões unidas , integradas , podem contribuir para realizarmos um mundo melhor , através da união das religiões. " ser um só rebanho de um só Pastor"
Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Mesmo com leis, palestras e outras iniciativas a intolerância religiosa ainda é um grande problema, então será que existem mesmo caminhos para combatê-la?
ResponderExcluirDe acordo com os dados da secretaria de direitos humanos as religiões afro-brasileira e evangélica são os principais alvos de discriminação no Brasil. Mesmo sobe pena de detenção ainda há pessoas que usam de tamanho desrespeito, pessoas que se acham no direito de querer mudar a opinião dos outros, é de espantar tamanha ignorância.
No Brasil a cada 3 dias 1 denúncia é feita, 213 denúncias com religião não informada. Em 2013 20% dos episódios relatados envolveram violência física e em 2014 percebe-se uma diminuição nos casos com violência física, o que é um bom sinal mas ainda assim não é possível relaxar na busca de caminhos para combater a intolerância religiosa.
Conclui-se então que o único caminho possível atualmente é o respeito e a constante busca por mais formas de conscientizar as pessoas.
Como tantos outros assuntos, a Religião é um tema muito discutido no Brasil. A intolerância é facilmente introduzida a essa pauta, pois ao falar-se em Religião sempre sobressai um comentário infeliz que acaba ofendendo outra crença, e Assim se inicia um ciclo de revolta e desrespeito.
ResponderExcluirCrer em algo é um direito que o cidadão tem, mas infelizmente isso é arrancado e dito que é errado. Dados e pesquisas comprovam que em cada três dias recebe-se 1 denúncia, não pode parecer mas isso é muito grave, são denúncias de agressões físicas ou verbais.
É assustador pensar que alguém pode chegar ao ponto de agredir uma pessoa por conta da sua crença religiosa, mas infelizmente é a realidade.
E para mudar essa realidade deve-se começar pelas pessoas. Incentivar o respeito pelo próximo acima de tudo, fazer com que esse assunto não seja visto de posições, como certo ou errado. Todo mundo tem o seu jeito de viver e direito no que acreditar.
Larissa Edener - 3° A log
A intolerância religiosa não é u invenção atual. No Brasil, o número de vítimas por agressões físicas e verbais, vêm crescendo ano após ano, com base no preconceito racial e cultural. O filósofo, John Locke, defende a liberdade religiosa em amplo sentido e propõe a separação dos poderes políticos e religiosos. Por conseguinte, qualquer indivíduo que tente prejudicar a crença do próximo, não pode passar despercebido, medidas devem ser tomadas. Não obstante, o problema está longe de ser solucionado. Apesar de existir a Constituição Federativa do Brasil, que defende os direitos humanos, tal não é seguida a risca. Dessa forma, é preciso conscientizar a população para que ocorra mudanças. Portante, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O governo deve propor palestras em escolas, com ajuda de psicólogos, para conscientizar os alunos. O poder público deve criar um site de denúncia online sobre esse tipo de preconceito, e a mídia, divulgá-los.
ResponderExcluir_O Artigo 18° da Declaração Universal dos Direitos Humanos(DUDH) afirma que todo o indivíduo tem direito à liberdade de expressão, à consciência e à religião. Contudo, percebe- se no cenário brasileiro atual, a ausência dessas garantias no que diz respeito à intolerância religiosa no Brasil. Isso ocorre devido às raízes socioculturais ainda presentes no mundo hodierno e à falta de empatia por de indivíduos sobre a religião do outro.
ResponderExcluir_ Em primeira análise, é necessário ressaltar a influência de práticas religiosas ainda presentes como raízes socioculturais no pensamento ideológico dos brasileiros. Nesse sentido, a célebre cena da catequização dos índios por padres jesuítas no período de Colonização do Brasil, persiste como intolerância a cerca da religião dos nativos da época arrastada até o século XXI. Dessa maneira, tais atitudes refletem-se como barreiras para erradicar a problemática no país.
_ Outrossim, corrobora também para o impasse, a ausência de respeito por parte de alguns indivíduos sobre a religião do outro. Nesse espectro, a adolescente judia Anne Frank escreveu em seu diário intitulado ” Diário de Anne Frank”, as dificuldades enfrentadas por ela e por outros judeus com a ausência de respeito de alemães em aceitar a religião á qual seguia na Segunda Guerra Mundial. No entanto, as barreiras encontradas por judeus na Alemanha no século XX não diferem da realidade atual vivenciada por brasileiros em busca do respeito ao culto, o que torna outro imbróglio para o combate a intolerância religiosa no Brasil.
_ Infere -se, portanto, que medidas devem ser tomadas para a garantia do direito à liberdade de religião no país. Assim, é mister que a Câmara dos Deputados aprovem leis mais severas para aqueles que infligirem o direito ao culto por meio de assembleias ” Liberdade de Expressão ” a fim de que todos tenham o direito respeitado. Ademais, é papel dos pais e instituições de educacionais ensinarem na infância a importância da religião por meio da matéria ” Ensino Religioso ” lecionadas por professores capacitados a fim de garantir a educação como forma de tolerância. Logo, a DUDH será vivenciada pelos brasileiros .
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ResponderExcluirEm consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e com toda a legislação que assegura a liberdade de crença religiosa. A proteção e respeito às manifestações religiosas, a laicidade do Estado deve ser buscada. Em face da realidade, a posição de muitos brasileiros frente a intolerância religiosa é uma das mais perversas de uma sociedade em desenvolvimento. Com isso, surge a problemática do preconceito religioso que persiste intrinsecamente ligado à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.
ResponderExcluirConforme Aristóteles, a poética deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Ao analisar, é possível perceber que, no Brasil, a perseguição religiosa rompe essa analogia; haja vista que, embora esteja previsto na Constituição o princípio da isonomia, muitos cidadãos se utilizam da inferioridade religiosa para externar ofensas e excluir socialmente pessoas de religiões diferentes. De acordo com Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de agora e de pensar. A aderir essa linha de pensamento, observa-se que a preparação do preconceito religioso se encaixa na teoria do sociólogo, posto que, se uma criança vive em uma família com esse comportamento, tende a adotá-lo também devido a vivência em grupo. Por consequência, a continuação do pensamento da inferioridade religiosa, transmitido de geração a geração, funciona como base dessa forma de preconceito, permanecendo e acrescendo o problema no Brasil.
Portanto, cabe ao Governo Federal construir delegacias especializadas em crimes contra religião, a fim de aplacar a prática do preconceito na sociedade, delimitando uma pena para quem o praticar. A sociedade deve se mobilizar utilizando as redes sociais, com o intuito de conscientizar a população sobre as consequências da intolerância religiosa, criando palestras sobre as religiões e suas histórias, visando a informar crianças, jovens e adultos sobre as diferenças religiosas no país, diminuindo, assim, o preconceito religioso.